Regressemos a 1999 e acabaram de comprar um muito caro — ainda em escudos, ou melhor, muitos contos — Ferrari 550 Maranello, o mais recente membro de uma nobre e histórica linhagem de Grand Turismos V12 da casa italiana.
E depois descobrem que o principal meio de comunicação e ponto de contacto entre o homem e a máquina, ou seja, o seu volante, é partilhado por um demónio branco vindo da terra do sol nascente, que não só custa uma fração do preço do vosso super GT, como não passa de um “tudo à frente”, com apenas 1/3 dos cilindros e 1/3 da capacidade do vosso V12.
Pelo preço que pagaste pelo Ferrari, certamente estarias à espera de um pouco mais de exclusividade, não é?
A “culpada” disto tudo é a Momo, que forneceu exatamente o mesmo simples e redondo volante de três braços e apenas dois botões (ambos para a buzina) a duas máquinas tão distintas e fascinantes como o são o Honda Integra Type R (e também o Civic Type R EK9) e o Ferrari 550 Maranello.
Passando sal pela ferida, ainda hoje, se quiserem comprar um volante para cada um dos dois modelos vão encontrar diferenças de preço consideráveis…
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Ferrari 550 Maranello e Honda Integra Type R. Nada em comum, certo?
Que coisa é que estas duas tão distintas criaturas — o Ferrari 550 Maranello e o Honda Integra Type R — poderão ter em comum?
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