Primeiro algumas considerações gerais sobre o novo modelo: apesar do design e plataforma totalmente novos, as dimensões/proporções da nova geração do Mercedes-Benz Classe S (W223) foram mantidas.
Assim, não só continuará a existir uma versão com distância entre-eixos alongada, muito do agrado dos chineses e dos norte-americanos (que compram dois em cada três Classe S vendidos em todo o mundo…), como o alter ego Classe S com assinatura Maybach também existirá, para gáudio de alguns clientes europeus.
Se a oferta de espaço e de conforto já era impressionante no modelo que deixará de ser produzido, esses atributos foram melhorados nesta nova geração que traz consigo, em estreia na marca da estrela, a segunda geração do sistema operativo MBUX.
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Nesta segunda geração, o sistema MBUX começa por causar surpresa por dispor de um pequeno ecrã digital atrás do volante, sendo a maior e mais relevante parte da informação projetada “na estrada” uns bons 10 metros à frente do carro e mesmo no campo do visão do condutor, numa enorme projeção (head-up display), com duas secções.
Surpreendentemente, esta solução não faz parte do equipamento de série, ao contrário do monitor central de info-entretenimento posicionado num plano elevado à frente do painel de bordo, entre o condutor e o passageiro.
Pela primeira vez, o MBUX passa a estar disponível para a segunda fila, até porque em muitos casos é lá que se sentam os passageiros “mais importantes”, principalmente na China e Estados Unidos, seja o CEO de uma empresa, um golfista milionário ou uma estrela de cinema.
Tal como no atual Série 7, existe agora um ecrã central no apoio de braços traseiro. Removível, este permite controlar várias operações. Tal como anteriormente, é nos painéis das portas que estão situados os comandos dos vidros, persianas e regulações dos bancos.
Há também dois novos ecrãs táteis nas costas dos bancos dianteiros que podem servir para ver videoclips, assistir a um filme, navegar na internet e ainda controlar uma série de funções do veículo (climatização, iluminação, etc).
O painel de instrumentos pode passar vários tipos de informação, saltando à vista o novo efeito 3D por detrás do aro de um dos novos volantes de três raios. Percebe-se, por outro lado, que o painel de bordo e consola foram alvo de uma “purga” e a Mercedes diz que há agora menos 27 comandos/botões do que no modelo antecessor, mas que as funções operativas foram multiplicadas.
Outra novidade é a barra por baixo do ecrã tátil central que dá acesso direto às funções mais importantes, tais como o modo de condução, as luzes de emergência, câmaras ou o volume do rádio.
No caso do scanner da impressão digital, já o tínhamos visto na penúltima geração do Audi A8, rival direto do Mercedes-Benz Classe S, mas no futuro poderá servir não só como medida de segurança de reconhecimento do utilizador mas também como forma de pagamento de bens/serviços adquiridos online em plena viagem.
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